segunda-feira, 9 de junho de 2008

"assim que vi você
logo vi que ia dar coisa
coisa feita pra durar,
batendo duro no peito
até eu acabar virando
alguma coisa
parecida com você
parecia ter saído
de alguma lembrança antiga
que eu nunca tinha vivido,
mas ia viver um dia
alguma coisa perdida
que eu nunca tinha tido
alguma voz amiga
esquecida no meu ouvido
agora não tem mais jeito,
carrego você no peito
poema na camiseta
com a tua assinatura
já nem sei se é você mesmo
ou se sou eu que virei alguma coisa tua"
(Alice Ruiz)

4 comentários:

Mauro Sena disse...

dalhe ruivinha, adorei o teu blog sei que havera muita coisa legal aqui por q tu é muito criativa e a tua cabeça trabalha a mil muitas ideias,divagaçoes e sentimentos,tu é toda sentimento.Sou teu fã.te amo

Anônimo disse...





Não fui, na infância, como os outros
e nunca vi como outros viam.
Minhas paixões eu não podia
tirar de fonte igual à deles;
e era outra a origem da tristeza,
e era outro o canto, que acordava
o coração para a alegria.

Tudo o que amei, amei sozinho.
Assim, na minha infância, na alba
da tormentosa vida, ergueu-se,
no bem, no mal, de cada abismo,
a encadear-me, o meu mistério.

Veio dos rios, veio da fonte,
da rubra escarpa da montanha,
do sol, que todo me envolvia
em outonais clarões dourados;
e dos relâmpagos vermelhos
que o céu inteiro incendiavam;
e do trovão, da tempestade,
daquela nuvem que se alteava,
só, no amplo azul do céu puríssimo,
como um demônio, ante meus olhos.

Edgar Alan Poe

Anônimo disse...

A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família.

nunca esqueça de seu bem maior A SUA FAMILIA.

ana flávia disse...

caro anônimo:
com certeza meu maior bem É minha família. construída com muito amor e cuidada com esmero.
porém, tem gente que para atingir seus "objetivos", não pensa 1 segundo em destruir o que esteja em seu caminho, inclusive a família que seria o alvo de seus sonhos. e pior... ao final de tudo ainda diz "amém".
mas sigo meu caminho, certa de que cada um tem o que merece.