assisti esse video por indicação do santiago, meu filho de 13 anos, ele disse: mãe olha isso que tu vai gostar!
quer ver mais trabalhos do cara: obeygiant.com/fine-art
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
sim, notícias boas, de gente boa, me saltam aos olhos...
“Aquele que ama esquece a si mesmo, põe-se de fora da própria existência, vive por assim dizer outro. Com esta primeira expressão Hegel afronta já o seu tema mais próprio, porque nesta analogia de razão e amor estão intimamente implícitas a coisa, a sua concordância, mas ainda a sua diferenciação. A universalidade do amor não á a universalidade da razão. Hegel não é Kant. No amor há um Eu e um Tu, ainda que estes possam se dar um ao outro com dedicação. O amor é a superação da estranheza entre o Eu e o Tu, uma estranheza que existe sempre e que precisa existir, para que o amor possa estar vivo. Na razão, ao contrário, o Eu e o Tu são intercambiáveis e representam a mesma coisa. E além disso: exatamente por isto o amor não é uma abstração, mas uma concreta universalidade, isto é, não é isto que todos são (como seres racionais), mas como o que são o Eu e o Tu e, em verdade, de tal modo que isto não é nem o Eu nem o Tu – mas o Deus que aparece, isto é, o espírito comum, que é mais que o saber do Eu e o saber do Tu” (Gadamer, 2000, p.390).
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